Pesquisar este blog

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

A sala

E naquela sala ele sentiu-se vulnerável, despido dos seus escudos e suas barreiras postas abaixo. Ali estava ele, na sua forma mais crua, sua alma estava nua e exposta. É o único lugar que consegue ultrapassar os limites de sua armadura e enxergar o que há por dentro. 
Tal vulnerabilidade, porém, é necessária. Ele precisa "se despir" dessa carcaça durona e independente e mostrar toda a sua fragilidade. É em nossas fraquezas que encontraremos o que nos fortalece. 
E naquela sala ele disse tudo o que precisava ser dito. Sua guarda caiu e as lágrimas correram pelo rosto. E naquela sala em que ele se encontra totalmente frágil é onde conseguirá toda a ajuda necessária para seguir em frente, seja lá qual direção.