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sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Simplesmente, Clarice!

E lá estava ela, deitada no gramado, como se refletindo, como se absorvendo a luz do sol, como se pensando em tudo ou em nada.
Intraduzível, inexplicável, incomparável...
Sem pestanejar, estendi a minha mão para ela e a carreguei junto ao meu peito até chegar em minha casa. Bem-vinda!
Agora é a minha vez de deitar-me no gramado, fechar os olhos e lembrar de cada palavra com que fui presenteado pelas páginas de "Clarice na cabeceira".


imagem from: memoriasdomar.blogspot.com