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segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Drama mexicano brasileiro

Dizem que a vida imita a arte ou seria o contrário? Fato esse sem tanta importância, pois uma vive imitando a outra e assim a vida segue. Quem acompanha essas novelas, em determinado momento, deve ter vontade de “voar” para dentro da tela e dar uns bons sopapos em certos vilões. Às vezes, tais vilões nem são tão maus, mas basta fazer algo contra o mocinho ou mocinha que tudo desaba. Na real nem existem vilões, o que acontece é que cada ser humano é dotado de uma capacidade de duplicidade, sendo vilão ou mocinho de acordo com o que o momento pedir. A ocasião faz o ladrão?! O hábito faz o monge?! Whatever [insira aqui o seu ditado].
Ele mesmo, caso a vida fosse uma de novela, teria seu momento de vilão. E claro, seu momento de mocinho também. No atual momento, as opiniões talvez estejam bem divididas. Algumas pessoas podem achá-lo um vilãozinho de quinta querendo aparecer e outras pessoas podem achá-lo a versão masculina de Madre Teresa querendo fazer o bem.
Façam suas apostas. Criem seus bolões para tentar descobrir o final dessa trama que, infelizmente, ao imitar a arte nem sempre tem um final feliz (nem para imitar direito né?!).
Talvez a pergunta que fica no ar seja: que trama? Do que ele está falando? Pois é... por vezes o silêncio é o melhor diálogo.