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terça-feira, 30 de dezembro de 2008

E vem o ano novo!

Todos se preparando para fazer a contagem regressiva... quando chegada a hora!
Ele faz contagem regressiva para sair desse inferninho no meio da terra. Mas ainda tem mais esse resto de semana pela frente. E ele descobre que o último minuto do ano terá 01 segundo a mais... e mudou sua vida ao saber disso!
Então a gente começa a contar de trás pra frente, começando pelo onze... hehehehe, brincadeira!
É... morte e vida Severina! E ele ali numa lan house. Pega um computador bichado e passa vírus no msn e no orkut da galera.. que divertido!
Seria esse o primeiro karma de final de ano que ele passa? Meus Deus, como entrar no ano novo desse jeito? Vamos rezar, comer lentilha, pular ondinha, usar branco, jogar barquinho na água pra se ano que vem melhora.
Ao menos, ele tenta se divertir, caminhando sozinho por ruas sem nome (sim, a maioria não tem placa) e algumas ruas sequer asfaltadas são... mas ele caminha! Para onde, ele não sabe, apenas anda e se perde em seus pensamentos que o levam a lugares mais distantes e mais promissores do que onde ele se encontra agora.
Mas então, a realidade volta... ele volta para o mundo real, e passa a sonhar em poder viver na sua fantasia...
Ele espera que sim!

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Nossa! Super Natal ¬¬

Que Natal memorável. Ele já suspeitava que seria tudo de bom. Vejam as evidências:
1. Natal no litoral, programa de índio perfeito.
2. Os pais trabalhando demais na lanchonete, junto com uma das super irmãs.
3. Calor insuportável, pessoas fedidas e bêbadas.

É, o melhor Natal de todos os tempos. Na véspera de Natal, como tudo combinado, passariam na lanchonete, pois diz a lenda não teriam mais clientes (ele duvidou). Mas lá se foram, cheirosinhos, ele o cunhado I e a irmã (a casada com o cunhado I, claro!) e a pequena-grande criança. E ficaram esperando, esperando, esperando. Chovia, sinal de que ficariam somente eles e então poderiam fazer a ceia. Eis que a chuva passa, e o céu limpa e a lanchonete enche. E eles ficaram lá esperando e nada. Cada vez mais cheia a lanchonete, o plano foi por água abaixo. Ele até se esqueceu, já havia passado da meia-noite faz tempo, então ele somente se virou para irmã e foi a mesma coisa como se tivesse dito "meu cabelo é preto" ele falou:
-Feliz Natal.
E recebeu um obrigado. Levantaram, pegaram a ceia já gelada e levaram pra comer em casa, então ele, o cunhado I, a irmã e a pequena-grande criança comeram e foi um Natal super feliz. Nossa! Invejinha dos tempos que ele era criança e Natal ainda tinha espírito.
Então, duas Smirnoff Ice depois, ele resolveu tomar uma Bohemia que estava na geladeira de casa, não sei se estava bêbado ou apenas abobalhado, ele comenta com a irmã:
-Nossa, Bohemia é mais amarga que a Skol (pausa pra reflexão)... mas é mais doce.
Alguém entendeu? Nem eles. Apenas começaram a rir e não pararam mais.
Ah, claro! Ele ganhou duas camisetas maravilhosas e uma revista da Madonna, aquela da TAM. A melhor parte do Natal. Ele não é tão materialista, mas o que salvou a noite foram os presentes.

Agora vem o ano novo. Como será? Talvez ele se entregue para Iemanjá.