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terça-feira, 31 de março de 2015

Do contra



Eu cresci tendo que ouvir "você é do contra", como aquela personagem dos quadrinhos do Maurício de Sousa - o Do Contra. Tudo porque eu tinha (e ainda tenho) opiniões, geralmente, contrárias às do restante da população que me cerca. Outras pessoas preferem dizer que são opiniões fortes e sinceras. O que importa é que tudo isso não importa, mas não pude deixar de pensar em algumas coisas que eu gosto no mundo musical e que são "diferentes" dos demais.

É só eu começar a listar as cantoras preferidas para a pessoa soltar uma quantidade de "hits" que eu nem presto atenção. Não que eu odeie as músicas, mas ao contrário de todos (ou da maioria), não são as minhas favoritas.






Vamos começar pela Shakira, conheci a cantora quando ela ficou bem conhecida aqui no Brasil, lá em 1996/1997, com o amado hit "Estoy aquí". No entanto, só fui começar a prestar atenção nela quando lançou "Antología", e mesmo assim quando me perguntam a minha favorita (apesar das várias favoritas), as pessoas ficam chocadas ao saber que não é nenhuma das duas citadas e nem "¿Dónde estás corazón?". Já que estamos falando desse primeiro disco (internacionalmente o primeiro), a minha favorita é "Te necesito". Então nem adianta querer fazer a simpática comigo puxando papo com "Estoy aquí", pois vou dizer na sua cara "ain, não gosto".






Então eu posso falar que eu gosto de Madonna, apesar da longa e vasta carreira, as pessoas insistem em "Like a virgin", "Like a prayer" ou "Ray of light". Canso da noite curitibana, pois sempre que falam em tocar Madonna, só sabem tocar uma dessas (isso quando não ficam presos apenas em "Like a virgin" e acham que ela morreu depois disso). A minha favorita? Difícil eleger uma, mas citarei uma das: "I'm in love with love", uma canção demo da era "American Life".





Vamos agora falar de Mariah Carey, a conheci mesmo quando ela lançou "Rainbow" (é claro que eu já tinha ouvido falar dela, quando lançou "Butterfly"). Logo, durante as conversas em rodas de bar em que menciono a Mariah, geralmente todos começam a derreter cantarolando "My all" ou "Hero" - apenas citando algumas. É certo que as baladas da Mariah são lindas, mas a minha favorita (uma das) é a "Breakdown" (que também é parte do disco "Butterfly"), talvez uma boa maioria também goste dessa.







Impossível não falar de Kylie Minogue sem ouvir alguém cantarolar "Can't get you out of my head", seja porque só conhece essa, seja porque ela faz parte do disco que todos consideram uma pérola (que eu discordo). Assim como toda boa bee, conheci Kylie depois desse sucesso aí, porém, uma das minhas favoritas é "I believe in you". 




Daí na festinha, ao saber que gosto de Christina Aguilera, começam a tocar "Genie in a bottle" para me agradar. E eu, sinto nem vontade de levantar da cadeira. Mais um caso em que comecei a prestar atenção na cantora depois de outro single, neste caso, "I turn to you". E a minha favorita (uma delas)? "Back in the day", mas já que citei exemplos do disco de estreia, a favorita é "Somebody's somebody".






Bem, existem mais cantoras, mais sucessos e mais favoritas que vão de encontro à maioria da população, mas resolvi finalizar por aqui essa minha lista "do contra". Se quiser saber mais sobre as músicas citadas, ou pelo menos o disco do qual fazem parte, é só clicar em cima de cada título (as minhas favoritas receberam link do YouTube). Continuem me amando ou me odiando, mas não parem nunca com a música. Até a próxima.

Imagens:
pt.wikipedia
fanpop.com
passeandopelocotidiano.blogspot.com
http://3.bp.blogspot.com/-FhDqqMC4OEM/VRtD9xB__JI/AAAAAAAAD4M/wIMKsjILCYI/s1600/Tipos-de-telespectadores-de-BBB-Do-Contra.gif

quarta-feira, 25 de março de 2015

Eu gosto de ler... menos esses.

Todos sabem que eu amo ler. Todos sabem que eu faço Letras. E o que acontece quando descobrem essa combinação? Sugestões de leitura. 
Pode ser pura pirraça, mas eu odeio do fundo do meu cérebro essas duas obras literárias que SEMPRE alguém me recomenda. A conversa é mais ou menos assim: 

- Ah, eu amo ler. 
- Já leu "O pequeno príncipe"? 
- Não, odeio. 
- Aaaaah, por quê? É tão fofinho, lindo. Leia.
- Não. 

- Sim, eu faço Letras. 
- Já leu "Vidas Secas"? 
- Não.
- Cara, é um clássico, você precisa ler.
- Não. 

"O pequeno príncipe" é mais pirraça mesmo (e também acho a história meio abobada, não consegui passar da primeira página), quanto mais me indicam, mais eu odeio. Praticamente, duas vezes ao ano alguém me indica. Ou pior, alguém publica alguma maldita citação desse livro no facebook. No caso de "Vidas Secas" a briga aumentou depois que um professor disse "você não pode ser aluno de Letras sem ter lido esse livro, não pode sair da faculdade sem ler". My ass. Existem mais livros odiados? Com certeza. Só que esses dois superam todo o ódio que eu sinto pelos outros. 


















            



Então agora fica a dica, caso algum dia decida me fazer uma surpresa e me presentear com um livro, evite esses dois títulos... a não ser que você queira ver livros voadores. 






quinta-feira, 19 de março de 2015

Ainda quero falar de Madonna

"Se é amargo no começo, então fica mais doce no fim" (Get together). 




Hoje resolvi pisar em solo perigoso, falar de Confessions on a dance floor, dependendo do que for, é o mesmo que declarar guerra. Pois esse é um dos discos mais queridinhos pelos fãs da Madonna, assim como mencionei na postagem anterior, vem sendo colocado como o último trabalho decente dela até a chegada de Rebel Heart (2015) - e ai de você se disser o contrário. Ok, por que eu resolvi falar dele agora? Justamente porque eu não acho que ele seja uma obra-prima como muitos gostam de apontar. Pois bem, escolha suas armas e vem comigo. 



A capa do disco já trazia uma ideia do que estava lá dentro: músicas para a pista de dança. Confessions é ruim? Claro que não. Aliás, odeio colocar em ranking os discos da Madonna e, justamente por fazerem isso a todo momento que eu resolvi dizer algumas palavras sobre o amadinho das bee

Toda fã de Madonna adora um bate-cabelo, principalmente se tiver nascido a partir dos anos 90 (ui, generalizei). Com esse disco, a cantora conseguiu atingir um público mais jovem (isso é fato), inúmeras pessoas que eu já conversei estavam em seus teenages quando conheceram a "obra". 

Já que é para classificar entre melhores e piores da Madonna, eu me atrevo a dizer que o disco figura no meio termo, no limbo, nem o melhor nem o pior, apenas mais um disco. O que ele traz de bom? A capacidade de Madonna de ressucitar tendências e deixar tudo com carinha de novo, de fresco. O que ela reviveu? A deliciosa era Disco do fim dos anos 70 e começo dos anos 80. Só que dizer que Confessions on a dance floor revive aquela era, é o mesmo que falar que Back to Basics da Christina Aguilera representa as décadas entre 1920 - 1940, quando na verdade, doa a quem doer, os dois discos apenas trazem alguns elementos sonoros da época e mesclam, com severidade, batidas modernas que quase camuflam o déjà-vu, deixando tudo como um bom e belo pop dos anos 2000.

Neste sentido, acho o Hard Candy (2008) muito mais autêntico (sim, podem me espancar), porque Madonna queria "reconquistar" o mercado americano, então juntou fielmente todos os elementos que estavam em alta no mercado de lá e, consequentemente, todos os produtores em voga daquele momento e fez um disco bem R&B/Pop americano. Foi bem recebido? Claro que não. E por que não? Porque as pessoas querem Madonna vanguardista e com Hard Candy ela apenas entrou numa onda que já havia sido muito explorada por Nelly Furtado e seu Loose (2006), por exemplo. E fora o fato de que parece que Madonna estava fazendo featuring em seu próprio disco.    




Hung up traz sample de Gimme Gimme Gimme (A man after midnight) do ABBA e Future Lovers lembra muito I feel love de Donna Summer, apesar de ficar mais evidente na versão ao vivo durante a turnê Confessions.  E depois? Cadê a era disco? Não tem. Temos mais um álbum com algumas faixas dançantes (algo já presente em momentos do Erotica, do Ray of Light, do Music e até do American Life), nada de extraordinário a meu ver. Calma gente, estou dizendo que o álbum é bom, só não acho que seja esse "monstro" clássico que apontam. Já ouvi fãs rezando para que ela fizesse um Confessions 2.0 (aliás, odeio qualquer fã que venha com esse papo 2.0 para um álbum). 

Um feito que precisa ser notado é a imagem. Nisso não há do que discordar, Madonna trouxe todo o visual daquela época para os dias de hoje (quero dizer, para aqueles dias), fechando tudo com uma turnê que recriou uma mega pista de dança. E claro que se formos comparar com outros lançamentos, a sonoridade de Confessions foi algo diferente do que se estava no mercado (falando de modo bem genérico mesmo). Pontos para ele. Vale lembrar que a partir deste ano de 2005 Mariah chegava com os dois pés no peito da galera com o The Emancipation of Mimi, Nelly Furtado traria o Loose e Christina Aguilera o Back to Basics, todos no fundo no fundo com elementos R&B, mas isso é outra história.



Posso dizer que nem é tão "masterpiece", pois até hoje não achei uma pessoa que não tenha reclamado de Push, Get together, Like it or not e Forbidden love, fora o fato das pessoas que se identificam com letras, o restante chiou porque não dava para dançar. Muitos dizem que o disco é bom até a metade, pois dali pra frente Confessions entra numa caída constante. 

Madonna queria nos trazer para a pista ou trazer a pista até nós? Conseguiu sim. Sua turnê foi muito boa? Foi sim. Agora dizer que este é um disco mega-hiper-uhlala maravilhoso, discordo. Ainda prefiro continuar com o cliché e atrevimento de dizer que Ray of Light foi o último sopro criativo de Madonna, apesar de que American Life foi um disco bem bacana e que foi "boicotado" por sua carinha "restos de Music" e sua promoção guerrilheira pós 11 de setembro (que não caiu muito bem entre os americanos). 



"You can like it or not". Fique à vontade para apontar lacunas, para acrescentar ideias ou discordar de mim. Não pretendo nada com essa postagem, apenas gosto de falar o que eu penso de vez em quando.  


images: 
http://allaboutmadonna.com/images/news/2006/06-06-09-madonna-for-hm.jpg
madonnadesign.blogspot.com
http://images4.fanpop.com/image/photos/19700000/Madonna-Confessions-On-A-Dance-Floor-Photoshoot-madonna-19706644-734-700.jpg
http://2.bp.blogspot.com/_mupIVJbjvuU/TJfBi-Lp_hI/AAAAAAAAHKU/6iNJZvXE-yk/s1600/Made%2Bby%2BShamelessGoddess.png
http://img2.timeinc.net/people/i/2008/news/080324/madonna_candy.jpg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/en/6/6e/Confessions_On_A_Dancefloor.jpg

References:
http://en.wikipedia.org/wiki/2005_in_music
http://en.wikipedia.org/wiki/2006_in_music
http://en.wikipedia.org/wiki/Confessions_on_a_Dance_Floor

quinta-feira, 12 de março de 2015

Ninguém perguntou, mas quero falar o que achei sobre Rebel Heart

"É o melhor álbum desde Ray of Light", alguns dizem. "Não, é o melhor desde Confessions on a Dancefloor", outros discordam. "É o seu trabalho mais honesto", defendem aqueles. "É o melhor disco da década", ousam esses. E o que eu acho? Pode ser que pouco importe a você o que eu acho e com toda a certeza você pode não concordar comigo, mas para mim Rebel Heart é mais um punhado de sons do que já está tocando por aí.


Antes que peguem suas armas, eu gosto do disco. É muito difícil eu odiar algum trabalho da Madonna e, geralmente, tenho uma tendência a gostar do que a maioria das pessoas odeia (vide Hard Candy e MDNA). Só que eu não sei o que dizer ainda, apenas ouço o novo álbum e sinto como se as músicas fossem todas iguais, sem essência (primeira impressão).

Nem vou comentar sobre as letras, pois elas salvam... não! Salvar é muito forte. As letras contribuem de forma bastante positiva para o novo trabalho. Acredito que seja pelo fato de Madonna realmente falar o que sente ao invés de apenas cuspir letras numa melodia para finalizar logo o disco. Menciono as letras como ponto alto, porém, acho difícil ela criar outro trabalho com mensagens um tanto quanto "codificadas" - nada que um pouco de sensibilidade não ajudasse a decifrar. Sim, estou falando de Ray of Light.

Só ouvi as faixas demo vazadas depois que o álbum foi lançado, ainda assim, ouvi apenas as músicas que não entraram na versão final de nenhuma das edições. E muitas delas deveriam estar lá, em minha humilde opinião. Agora farei um comentário faixa a faixa, de Rebel Heart Deluxe, lembrando que foquei na melodia, pois as letras, como eu disse, são um ponto bastante positivo. Também não sou perito musical para saber nomear instrumentos, batidas e coisa e tal. Sou apenas um amador comentando um disco.

Living for love - Muito boa por sinal. Só que em minha modesta opinião, propaganda enganosa, porque ela retoma aquela Madonna que as viúvas do Confessions tanto sentem falta, porém, destoa de todo o resto do disco. Sua letra otimista, seu refrão simples, enérgico e com coral estilo Like a Prayer, fórmula de sucesso, mas é em sua batida para as pistas que mora o problema, ela morre quando a música acaba e nunca mais a encontraremos pelo disco.

Devil Pray - Particularmente, acho que essa música deveria abrir o disco. Um violão, batida eletrônica, voz distorcida, todos elementos que encontraremos pelo resto do disco. Gostei desse folk-eletrônico. Madonna nos proporcionando o que ela faz de melhor: o duplo sentido em sua letra. Se você ficar apenas na superfície, vai odiar essa música. Se viu a performance no programa italiano e prestou atenção no backdrop, vai entender o que eu quero dizer.

Ghosttown - Comecei gostando, mas eu já estava contando os segundos para entrar aquela bateria/base/batida artificial no refrão. Dito e feito. Essa eu achei a cara da Rihanna (exceto pela letra). Merece ser single mesmo, merece live version destruidora e merecia um clipe apocalíptico/glam/final feliz. Vamos aguardar. 

Unapologetic bitch - Guilty pleasure. Ouvi a primeira vez e achei que estava escutando o disco de alguma novata sem recursos para gravar um disco, mas depois comecei a gostar tanto da música que nem sei explicar o motivo. Amo e odeio. Por conta do título, achei que seria uma faixa mais abusada (estilo "Trust no bitch", demo que, pecaminosamente, não entrou no disco, até onde eu sei) e acabei encontrando uma faixa mais sossegada. Achei meio Gwen Stefani. 

Illuminati - Dessa eu esperava muito mais, principalmente pelo sarcasmo. Pensei que viria uma faixa explosiva, beirando à raiva. Então me deparo com uma música preguiçosa, depois descobri quem ajudou a produzir e me dei conta do motivo de meu desgosto. Poderia fazer parte de edição especial japonesa.

Bitch I'm Madonna - Remova Nicki Minaj, reduza um pouco os efeitos vocais e teríamos mais uma faixa para as pistas. Se bem que a batida do "refrão" foi feita para as pistas e para a Minaj (tenho birra com essa rapper). O que me "decepcionou de leve" foi a letra, achei que seria algo super provocante, mas ao mesmo tempo entendi que a mensagem foi algo do tipo "faço o que eu quiser, sou a Madonna". Confesso que por motivos inexplicáveis eu gosto dessa e quando achei a versão sem a Minaj, foi o paraíso. 

Hold tight - Essa daqui eu achei bem Madônnica mesmo, bem faixa de meio de álbum. Gostei dela, nada excepcional. Apenas boa.

Joan of Arc - Deveria ter ficado apenas na voz e violão. A letra é tão boa que ela se perde naquela maldita bateria/batida/base eletrônica.

Iconic - Gostei, mas fiquei esperando pelo momento da explosão e ele não veio. Poderia ter sido feita para o Hard Candy, tipo faixa bônus. 

HeartBreakCity - Se fosse "acapella" já seria fantástica. A letra é poderosa. Essa eu não tenho o que dizer, acho um acerto do começo ao fim. 

Body Shop - Nos primeiros minutos já me seduziu. O seu minimalismo e organicidade (me sentindo o especialista) dentro de um disco todo plastificado, robotizado e sintetizado foi como se tivessem borrifado água fresca no meu rosto num dia quente. Essa eu curti muito e tenho certeza de que deve ser a mais odiada por todos. 

Holy water - Música que poderia estar no Bi~On~Ic fácil fácil. Gostei da referência à Vogue. Porém, se não tivesse entrado no disco, eu não sentiria falta.

Inside out - Também achei a cara da Rihanna. Dessa eu gostei: os vocais, a produção em si, tudo muito bem equilibrado para mim. 

Wash all over me - Deveria encerrar o disco, seria um clímax perfeito. Quero que ela me banhe por inteiro.  

Best night - Uma coisa meio Jennifer Lopez, ainda não sei se gostei ou não. Hmm, sim, gostei sim, quase um mantra "I'll make this the best night of your life". Achei mais sexy do que S.E.X. 

Veni Vidi Vici - A música começou e eu estava esperando a Xuxa gritar "vamos lá, comigo, mais alto, ilari ilari ilariê". Mas depois eu gostei, apesar de achar bem morna. Durante o refrão, pude visualizar imagens da carreira da Madonna passando, como num filme, uma retrospectiva. Gostei da música, acredite.

S.E.X. - Que decepção. Apenas. Pode ser que amanhã eu goste mais, só que por hoje é apenas não. 

Messiah - Fiquei o disco todo procurando pelos arranjos de cordas que vi Madonna postando no Instagram certa vez. Então lembrei que era daqui. Gostei, principalmente por ser a penúltima. Se a última fosse Wash all over me seria melhor ainda, um combo.

Rebel heart - A letra é boa.


Não acho que Madonna tenha que provar mais nada, sou o primeiro a defendê-la quando faz algo mais descontraído, relaxado e bobo (Give me all your luvin' e Bday song). No entanto, fico a me perguntar: sempre querem que Madonna esteja à frente do "mercado pop", lançando tendências, por isso caíram matando nos antecessores Hard Candy e MDNA, só que quando ela lança um disco totalmente à-la Rihanna, Katy Perry e Miley Cyrus, ou seja, mais do mesmo, as pessoas ovacionam e acham que é uma obra-prima. 

Dificilmente eu fico analisando discos da Madonna, eu gosto mesmo é de ficar curtindo, mas os confetes foram tanto que o que fiz aqui foi "analisar" as análises feitas e tentar entender essa coerência ou falta dela das pessoas. Acho que talvez eu esteja mais criticando o que eu li por aí do que o álbum em si, pois continuo ouvindo faixa a faixa do Rebel Heart e já tenho aquelas favoritas. Gosto do disco. 


imagens: 
http://i.telegraph.co.uk/multimedia/archive/03154/madonna-warhol_3154656k.jpg
http://news.madonnatribe.com/i_01/instagram_042.jpg
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