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sábado, 31 de maio de 2008

BRIGA, BRIGA, BRIGA

Essa é uma mini mini mini foto-novela, produzida por: Rober, Lele, Carol e Ciupa. Espero que gostem!

Era uma vez, uma polaka made in brazil, que queria a meia colorida da negrinha paranaense.
-Não dou - disse a negrinha - se quiser venha pegar!!! Duvido que é mulher pra isso!
-Ah, então eu provo!



-No vale pegar nos meus fios loiros!!!! Golpe baixoooooo

aaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

Então a negrinha jogou a polaka escada abaixo


A polaka ficou sem a meia...



e sem alguns dentes... mas ganhou alguns hematomas!


Obrigado, obrigado! As atrizes estiveram ótimas, e detalhe, fizeram questão de doar o cachê para que possamos melhorar a próxima produção... (se existir).

quinta-feira, 29 de maio de 2008

PLANO PERFEITO!

Tudo arquitetado nos mínimos detalhes.
Exageros à parte. Como toda quarta-feira a mãe da MCDL vai à novena e o deixa de babá, dessa vez, ao invés de se esconder ao lado da cama, ele simplesmente demorou em voltar pra casa! Tudo aconteceu muito rápido. De repente ele se lembra que não tinha ido ao seu dentista nesse mês (estava com preguiça e faltou), ligou e conseguiu marcar para 17h45. Graças, aleluia. Logicamente ele chegaria em casa bem depois das 18h. Saindo do dentista, ele sente algo estranho. Será que tinha desligado o ar-condicionado do escritório?
- Vou para casa e amanhã eu descubro!
Nada disso, ele pensou bem e tomou rumo de volta ao escritório... ufa, tudo desligado! Agora ele poderia finalmente ir pra casa. Chegou em casa e o relógio se aproximava das 20h. MISSÃO CUMPRIDA!

Nota: Ele achou que tinha melhorado do mal-estar, mas hoje se encontra pior que os outros dias. E para ajudar, parece que vai cair uma bela chuva! Mas pode deixar, ele vai ceder e apelar para um Profissional... hahahaha

terça-feira, 27 de maio de 2008

que noite...

A noite estava quente. Então começou a sentir um calor vindo de suas entranhas. O calor aumentava e vinha tomando cada parte do seu corpo, centímetro a centímetro. Rolava na cama, já não sabia mais o que sentia ou o que pensava. A garganta passou a ficar seca, se sentia incapaz de falar, mesmo que tentasse. O calor aumentava cada vez mais, ficando insuportável, sentia tudo latejar, sua respiração começou a ficar num ritmo frenético, ele rolava pra lá e pra cá, tentando tirar forças do infinito, quando pensou que não podia mais agüentar, num movimento involuntário ele olha para a Lua e...

ATCHIM!

Ele se levanta, vai à cozinha e toma um remédio que rima com gripe. Com febre, ele se cobre até a cabeça e tenta adormecer novamente.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

como ela muda as coisas de lugar....

Eis que ele chega em casa, e mais uma vez a sala se encontra em posição diferente.
Televisão foi colocada ao lado da porta, em cima de um armarinho qualquer, e estante ficou vazia.
Seu aparelho de DVD e home theater mais uma vez foram desplugados e deixados de lado pela velha rabugenta!
Será que ele deve quebrar as duas mãos dessa senhora para que ela pare de mudar as coisas de lugar?
Semana passada, o microondas se encontrava em cima da geladeira (!)

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Once upon a time

Era uma vez, uma família: pai, mãe e quatro irmãos (dois homens e duas mulheres). A irmã mais velha casou, o irmão do meio foi morar sozinho e restaram apenas os dois irmãos e os pais. Essa família, agora reduzida, foi procurar um lugar menor para morar. Porém ao visitar os avós maternos, que viviam em outro estado (em Santa Catarina), o avô sugeriu:
- Venham morar conosco!
E o pai indagou:
- Mas e meus filhos? Eles estão tão firmes em seus empregos e faculdade. Não podem morar aqui, não têm oportunidades para ambos.
E a tia (irmã da mãe) sugeriu:
- Eles ficam em Curitiba, meu apartamento está vazio, e como agora eu moro aqui, não posso bancar o apartamento lá e minha casa aqui. Os dois morando no apartamento, só pagariam as despesas como condomínio, luz e telefone. E além do mais, a minha irmã me ajudaria a cuidar de nossa mãe, nós três cuidando, facilitaria.
As duas tias dos irmãos (irmãs da mãe) moravam ali também. E ao pensar bem no assunto e retornando à Curitiba, os pais colocaram a idéia aos filhos. Os dois irmãos acharam ótimo, eles precisavam desse momento, dessa fase de “adultos”, morando sozinhos e levando suas vidas.
Assim que se mudaram, do nada, a tia que fez a proposta de ceder o apartamento, mudou de idéia e veio morar com eles. Deixando a mãe dos irmãos sozinha em Santa Catarina cuidando da avó, pois a outra irmã que vivia lá, também largou os bets. Entre idas e vindas, o pai conversava com a tia que cedeu o apartamento:
- Ai que bom, agora não terei despesas morando em Curitiba com os dois lá. – disse a tia.
- Como não? – indagou o pai.
A tia apenas deu um riso e se afastou.
Dito e feito, a tia morando com os irmãos, não fez e não faz menção alguma de ajudar com as despesas, nem se oferece. Sendo dona da casa, como o irmão pode pedir à tia que ajude? Mas ao mesmo tempo, prefere arcar com tudo, pois se um dia ela tentar jogar na cara deles alguma coisa, eles têm trinta coisas pra jogar na cara dela.
A tia só paga a conta do próprio telefone e fica com as compras. Vive na barganha, ao comprar coisas, sempre da mais barata e fuleira e ainda quer vir de conversa pra cima deles que gasta quase R$400,00 em mercado. Sendo que o irmão foi ao mercado última vez, comprando artigos essenciais para sobrevivência e de marcas famosíssimas e até de luxo, gastou apenas R$127,00. Tem algo errado nessa conta, pois a tia gasta tudo aquilo mencionado e compra tudo em menor quantidade do que a quantidade comprada pelo irmão que totaliza aquele valor. Sem contar que os irmãos mal comem em casa, não existe motivo para tanto excesso. Claro, ele se lembrou que é preciso manter a dieta de engorda da MCDL com seu doce de leite, leite condensado, macarrão instantâneo.
Desde que foram morar ali, a tia fez compras do mês 01 vez, aliás, nem pode se chamar de compras do mês, pois ela comprava às migalhas, começava a faltar ela ia comprar e comprava do mais fuleiro.
Ao mesmo tempo que ele acha um absurdo esse “vampirismo” da tia com o dinheiro alheio, ele acha ótimo poder entrar nessa briga. Ela quer pagar de pobre, que viva como uma pobre, pois no guarda-roupa do irmão, seus mantimentos de marca e de luxo estão bem guardados. Pois ao pagar de pobre a tia não sai, não viaja, não faz comida, apenas compra macarrão instantâneo para alimentar sua baleia marrom. Mas como ele mesmo disse, os irmãos nem comem em casa, e se tiver que comer, sabem onde achar. No guarda-roupa!
A questão toda é muito maior do que financeira. Mas deixo para explicar em outro post.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

A que ponto chegamos?! (... continuação)

Ele tomou seu banho. Assim que saiu, foi para a cozinha e fez um copão de nescau bem gostoso (Tudo bem que era Toddy, mas não importa, estava bom). Passou pela sala para ir à cozinha, e lá estava MCDL olhando pra ele com cara de paspalha, com fones de ouvido (já estragaram um fone, esse é novo, se estragarem, é morte). Após preparar seu nescau-toddy quentinho, foi para o quarto, e de lá só saiu às 21h47. Pensou que a velhota curiosa já tinha ido dormir, mas não, estava sentada, plantada feito uma planta morta no sofá. Ele foi para o computador, colocou os fones de ouvido e passou a ouvir várias músicas num volume absurdamente alto. Nem olhava para os lados, muito menos para trás (onde a mãe da MCDL se encontrava). Quase 23h, a mãe resolve dormir. UFA! Mas ele entendeu porque a gata velha ainda estava acordada, seu pai[drasto] estava fazendo uma cirurgia.
Na data de ontem, quinta-feira, ele chega em casa e só tem a irmã. Aleluia Irmãos! Logo a irmã sai para curtir a vida e ele atende ao telefone da mãe da MCDL, do outro lado da linha, A Matriarca:
- Tudo bem por aí?
- Sim (vontade de dizer toda a verdade, mas não, esse problema agora é dele)
- Sabe se seu avô já fez a cirurgia?
- Ele estava fazendo cirurgia?
Deus meu, ele nem sabia que o avô estava fazendo cirurgia. Quero dizer, a irmã mencionou algo, mas ele deve ter confundido as datas. Após o telefonema da mãe, houve outro telefonema para a velhota intrometida, ele anotou o recado para ela. Ficou mais um pouco no computador e foi deitar. Saiu do quarto após ter plena certeza que a velhota já tinha ido dormir.
Ao acordar hoje pela manhã, MCDL e sua mãe já estavam de pé. Ele atrasado (de propósito) corria de um canto para outro pela casa. Aquelas duas têm quarto, mas resolvem se arrumar na sala!!! Parece provocação, pois é impossível não passar pela sala para transitar pela casa. Ele foi abrir a porta ficando de costas para elas e as duas paradas feito duas espantalhas olhando para ele (sim dava para sentir que elas o olhavam), ao passar pela porta e se virar para colocar a chave do outro lado, soltou um rápido “tchau” e teve tempo para notar a cara de besta da mãe da MCDL. Acho que ela estava esperando ao menos um tchau, vontade era de ignorar totalmente, mas ele foi simpático.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

A que ponto chegamos?!

Veja a que ponto as coisas chegaram! Ontem ele estava por um triz de mandar a mãe da MCDL ir para aquele lugar tomar chá! Não aconteceu nenhuma briga recente, apenas ele não suporta mais a figura daquela pessoa. Intrometida, chata, e vários outros adjetivos de baixo calão que possamos encontrar. Pois bem, ontem ele chega em casa e não tem ninguém (tipicamente todas as quartas, MCDL tem aula até mais tarde, então elas demoram mais). Sendo assim, minutos de liberdade a mais. Porém ele se lembrou de que as quartas a mãe da MCDL vai a uma espécie de novena, logo, se ele não está em casa, vão embora para novena Mãe e MCDL! Uma horinha de liberdade a mais! Só se ele estiver em casa, ela deixa a MCDL sob seus cuidados. (Não, não!)
O que ele fez? Deixou a casa como estava, só a luz da cozinha acesa. Colocou sua bolsa e sapato num lugar mais guardado dentro do quarto e assim que as ouviu chegar, se esconde no cantinho do quarto, de onde quem está fora não enxerga. Com medo de ser pego, ele teve a infeliz idéia de se esconder ao lado da cama, ficou ali, agachadinho, parecendo fugitivo de guerra! MCDL não o viu, mas quando a inútil da mãe saiu do banheiro, ao passar pelo corredor, não sei qual a curiosidade, resolveu olhar dentro do quarto dele, e ela sendo alguns centímetros mais alta que a filha, conseguiu vê-lo ao lado da cama. Mais curiosa que uma gata velha ela acende a luz e caminha até o lado da cama.
- Que você está fazendo escondido?
- E agora? - Ele pensava a mil por hora, mas no único rompante de idéia mais genial (?) que teve, fez de conta que estava dormindo. E não respondeu.
- Hein?! O que você está fazendo aí?
Então a velhota infeliz foi até ele ao lado cama, o cutucou, ele fez como se tivesse acabado de acordar. Estava em posição fetal, ao lado da cama. Ela insistiu:
- Aconteceu alguma coisa? O que você está fazendo aí?
Ele só respondeu:
- Ah, me deixaaaa!
- Ta bom, eu deixo!
Passaram uns cinco minutos, ele levantou fechou a porta do quarto, e se trancou lá. Ligou o rádio num volume elevado (o máximo para que ele não ouvisse o que se passava fora do seu quarto), deitou bem próximo ao rádio, para que o volume ainda ficasse mais alto, ao som de “Hard Candy” adormeceu de leve. Tão de leve que ainda pôde ouvir a velhota do caral*** batendo na porta! PORRA (desculpem por isso), não tá vendo que ele está dormindo e/ou não quer ser incomodado????
Passaram mais alguns minutos, ele baixou o volume e percebeu que ela havia ido para a sua novena e pensou que tivesse levado a MCDL junto, uma vez que, ele estava dormindo e não poderia “cuidar” da baleia. Saiu do quarto e pensou:
- Vou tomar um banho, e enquanto isso, ligo o computador e deixo baixando alguma coisa!
Ao chegar à sala, se depara com MCDL sentada no SEU computador, acessando o site da POLLY!!!!
Sem mais nada a declarar, ou então, esse post daqui pra frente só teria palavras de baixo calão...

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Uma peça solta no mundo...

Toda quarta-feira é sempre a mesma coisa. Atraso! Todos os dias ele acorda no mesmo horário, mas não se sabe ao certo, toda quarta ele sai de casa atrasado. No seu roteiro, ele precisa trocar de ônibus [vergonha dessa palavra], e na estação que ele precisa fazer essa “conexão”, todas as quartas, existe um mundo de gente que ele não sabe de onde saiu. O seu ôn.. (cof cof) está ali, poucos metros o separa do seu destino, mas nesses poucos metros se concentram mais de 50 pessoas. Ele ali, parecendo uma peça solta de um quebra-cabeça, uma peça que não faz parte do joguinho. Até quando?!
As pessoas não conseguem ir e não conseguem vir, pois os animais não usam a cabeça. Se fossem espertos, deixavam um lado para ir e o outro para vir, como uma via com carros, uma mão vai e a outra vem. Porém, o bando de seres que se julgam racionais começam a se empurrar e a gritar uns com os outros, com palavras de ordem “Andem! Tenho pressa!” Faz de conta que só uma pessoa tem pressa.
Pelo menos tem um lado bom, aglomerado de pessoas no inverno, deixa o ambiente quentinho. Mas mesmo assim, ele detesta esse aglomerado e esse ambiente, prefere o vento frio cortando o rosto e ir andando até o destino. Mas, como ainda mora muito longe do seu destino diário, precisa recorrer a um artifício para “andar”, o ôn... (cof cof).
Mudando de assunto, parece que agora se estabeleceu e foi construída uma parede enorme entre ele e a mãe da MCDL. Ele só fala o necessário, ou seja, nem fala pois não há nada de necessário para falar com ela. MCDL continua comendo seu doce após o jantar e vai dormir 20h (a mãe da MCDL é meio burra, acha que a menina na cama essa hora resolve, se ela não tem sono não adianta que horário que for colocá-la na cama), mas ele não se intromete, a vida não é dele graças a Deus. Aquela vida, não é dele!

domingo, 4 de maio de 2008

Sem título

Final de semana passou, mas sem muita festa. Apenas passou curtindo sua solidão. Sim, solidão em certos momentos é algo prazeroso e inovador.
Restam poucas horas até que a rotina seja retomada. Logo o celular desperta e então, corre para o trabalho.
Ele não sabe que sentimento é esse que hoje está tomando conta de seu corpo todo. Um misto de desmotivação, irritação, ansiedade... e algo mais que não consegue descrever. Ele ouviu há poucos dias, um conselho, partiram de duas pessoas diferentes em dias diferentes e que não se conhecem e ainda mais, ambas o conhecem muito pouco. Talvez uma delas o conheça mais que a outra. Enfim, disseram que ele deveria sair do país e tentar algo novo lá fora, uma vez que ele como dançarino de qualidade, conseguiria fácil dançar lá fora. O destino: Polônia. Ouviu ainda "sua vida está estacionada". De fato, ele parou para refletir e realmente sua vida está parada, desde quando? Ele não sabe! Está sem perspectiva, não se projeta no futuro. Não sabe o que fazer com o seu futuro. Se duvidar, ele acabará vendedor de roupas atrás de um balcão num bairro qualquer numa loja desconhecida. Deus livre-o! Não, jamais! Chacoalhe-se, movimente esse corpo e esse cérebro, você consegue.
Mas então existe mais um obstáculo, o medo! Vontade não falta de ir para o exterior e passar pelo menos 01 ano, porém, ele não pode apenas ir assim na loucura. Será que se planejar durante o restante desse ano, para uma possível viagem longa, sua vida mudará? Não sabe... ninguém sabe... mas ele quer saber, quer descobrir, quer viver!